Experimental, Música Brasileira, MPB

Cósmica beleza de uma Gal estratosférica

Mesmo no auge de seus 50 anos de carreira, Gal Costa não para. Para uma artista consagrada como uma das maiores cantoras da história da nossa música popular brasileira, Gal não está nem um pouco presa à sua musicalidade característica. Ao contrário do que acontece com alguns artistas consagrados após muitos anos de carreira, a cantora não se acomoda em sua zona de conforto e nos entrega este ano um álbum de canções inéditas: Gal Estratosférica. Continuar lendo

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Indie, Pop

How Big, How Blue, How Beautiful: o retorno tão esperado de Florence+The Machine

Entre os grupos famosos e bem-sucedidos do mundo da música nos últimos anos encontra-se Florence+The Machine. Desde o seu debut Lungs, em 2007, o grupo tem encantado fãs em todos os cantos do mundo. Com sua sonoridade de arranjos megalomaníacos recheados de cordas, sopros, instrumentos de percussão, vocais potentes e refrões apoteóticos, o grupo criou uma identidade musical inconfundível. Contudo, em seu mais novo trabalho, How Big, How Blue, How Beautiful, apostam em uma sonoridade mais crua, deixando de lado as harpas, violinos e os refrões apoteóticos. Continuar lendo

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Descubra, Folk

A cativante mistura do folk de Ryley Walker

Navegando pelos cantos da internet, volta e meia nos surpreendemos com o que podemos descobrir à distância de alguns cliques. A internet é um meio riquíssimo e, acima de tudo, democrático, onde podemos entrar em contato com diferentes sonoridades, vindas de diversas partes do Planeta. Foi navegando que conheci artistas como Color Humano, Songhoy Blues, Muddy Brothers e também o belíssimo folk de Ryley Walker. Ao ouvir pela primeira vez suas músicas mescladas de folk e jazz, fiquei estupefato. Nunca tinha sequer imaginado, nem em meus mais distantes devaneios musicados, uma sonoridade assim.  Foi amor à primeira música. E é de seu álbum Primrose Green que falarei neste post. Continuar lendo

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Experimental, Música Brasileira

Simplesmente Tulipa

James Brown já havia dado a ordem: get on up of that thing and dance ‘till you feel better (levante daí e dance até sentir-se melhor, em tradução mais que livre). E nós, que não somos bobos nem nada, acatamos a ordem, tomamos gosto pela coisa e não paramos mais. Se tratando do novo álbum da cantora Tulipa Ruiz, esse é o espírito da coisa. Em Dancê, ela nos convida para uma experiência única até agora em sua carreira. Dessa vez, o local de encontro é a pista de dança. Continuar lendo

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Alternative Rock, Blues Rock

A força e a beleza de Sound & Color

Fisicamente falando, som pode ser definido como “propagação tridimensional de uma onda pelo espaço, apenas em meios materiais, como o ar ou a água” e cor pode ser definida como “uma informação visual, uma sensação provocada pela ação da luz sobre o órgão da visão e decodificada pelo cérebro”. Cor e som. Som e cor. Esse é o título do novo álbum da banda americana Alabama Shakes, lançado em meados do mês de Abril. A proposta é numa sonoridade saborosa e volumosa, explorando muito bem a dinâmica de altos e baixos. E é dele que falarei um pouco nesse post Continuar lendo

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MPB

Acabou a espera: Seu Jorge está de volta

Após quatro longos anos de espera, recebemos com alegria a notícia do lançamento de mais um álbum de Seu Jorge. Lançado em março, Músicas Para Churrasco Vol 2 veio para matar as saudades da malemolência, da ousadia, da alegria, de toda brasilidade de cada canção e nos apresentar sua sonoridade, que bebe da mesma fonte que seu antecessor, mas a explora de maneira diversificada.
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Descubra, Folk, Indie

James Bay, promessa da música pop para esse ano

Quais as semelhanças entre Jake Bugg, Arctic Monkeys, Foster the People e The Black Keys? Todos fazem parte de uma extensa lista de artistas indie que conseguem, seja no início ou no decorrer de sua carreira, estourar como um grande sucesso comercial, de público e, às vezes, crítica. Ao chegar a esse estágio de sucesso, agregam fãs e admiradores ao redor de todo o Globo, colecionam recordes de vendas, passam a figurar em destaque nos lineups de festivais renomados; passam a ser artistas mainstream. Já é de praxe: todo ano surge um grande sucesso indie. É assim que a indústria cria o que chamamos carinhosamente de modinha. O ano de 2015, que mal começou e já consideramos tanto, certamente não fugirá à regra. E é o britânico James Bay, que lançou seu debut Chaos and the Calm neste mês, quem vem mostrando potencial para ser o maior sucesso de todos os tempos da próxima semana.

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